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Ato contra aumento dos transportes em SP termina em conflito

Quando os manifestantes chegaram ao Largo da Batata, formaram uma barricada na rua e alguns depredaram estabelecimentos comerciais

Ato contra aumento dos transportes em SP termina em conflito
Notícias ao Minuto Brasil

21:43 - 17/01/18 por Estadao Conteudo

Brasil manifestação

Duas quadras da Rua Itália, nos Jardins, na zona sul de São Paulo, endereço do prefeito João Doria (PSDB) foram bloqueadas por homens da Polícia Militar (PM) e da Guarda Civil Metropolitana (GCM) na tarde desta quarta-feira, 17, para proteger a residência do prefeito do protesto marcado pelo Movimento Passe Livre (MPL) contra o aumento da passagem de ônibus, em vigor desde o dia 7. A manifestação mudou de curso e, mesmo tendo sido pacífica por boa parte do tempo, acabou em conflito. 

No Facebook, o MPL informou a mudança da concentração do ato, que era na casa de Doria, para o cruzamento das Avenidas Faria Lima e Cidade Jardim.

Por volta das 18 horas, o movimento e a PM negociou o trajeto da manifestação. Os policiais pediram que os manifestantes ocupassem apenas o canteiro central da Faria Lima, para que a via não ficasse interditada durante um horário de trânsito intenso. Depois de duas horas de negociação, o MPL decidiu seguir pela avenida em direção ao Largo da Batata.

Apesar do pedido da PM, os manifestantes decidiram ocupar a Faria Lima. A polícia, tentou convencê-los a liberar pelo menos uma faixa, mas eles não aceitaram. A polícia e o movimento não divulgaram quantas pessoas participam do ato, que conta com menos manifestantes do que na semana passada - quando a PM informou haver 1 mil e o MPL, 8 mil.

Quando os manifestantes chegaram ao Largo da Batata, formaram uma barricada na rua e  alguns depredaram estabelecimentos comerciais. 

Protestos

Este é o segundo protesto do MPL contra o reajuste de R$ 3,80 para R$ 4 no transporte coletivo. O primeiro, realizado na quinta-feira passada, 11, acabou em tumulto no centro da capital. A PM usou bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo para dispersar um grupo que tentava invadir a Estação Brás da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) para pular a catraca, após o término do ato. Com informações do Estadão Conteúdo.

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