Meteorologia

  • 18 OUTUBRO 2018
Tempo
15º
MIN 15º MÁX 15º

Edição

Cinco coisas que você deve saber antes de contratar um plano de saúde

Confira as principais dicas da Agência Nacional de Saúde Suplementar e do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

Cinco coisas que você deve saber antes de contratar um plano de saúde
Notícias ao Minuto Brasil

16:38 - 12/01/18 por Notícias Ao Minuto

Economia recomendações

O cidadão que contrata um plano de saúde busca atendimento rápido, eficiente e seguro. A escolha pelas prestadoras de serviço deve ser acompanhada de alguns cuidados, para evitar surpresas desagradáveis no momento em que o paciente mais necessita.

A empresa está com tudo em ordem?

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) recomenda que o brasileiro verifique se a operadora possui registro na ANS e se está sob direção fiscal ou técnica, “indicação de que há problemas administrativos ou financeiros”.

Confira a cobertura

A lista de consultas, exames e tratamentos que os planos de saúde são obrigados a oferecer é definida pela ANS respeitando o tipo de serviço buscado: ambulatorial, hospitalar, referência ou odontológico. Clicando aqui é possível checar se determinado procedimento faz parte da cobertura mínima exigida.

+ S&P: 'desencanto político' e incerteza sobre eleição pesaram em corte

E se precisar de hospital?

A agência alerta que nem todos os planos dão direito à internação hospitalar. Os planos que oferecem o serviço são os de tipo hospitalar com obstetrícia, hospitalar sem obstetrícia ou plano referência. É importante verificar o tipo de plano no contrato.

Rede credenciada

A operadora de plano de saúde só poderá descredenciar um hospital em caráter excepcional e é obrigatório substituí-lo por outro equivalente. Essa mudança deve ser comunicada ao consumidor e à ANS com 30 dias de antecedência, exceto nos casos de fraude ou infração sanitária ou fiscal por parte do hospital retirado do convênio.

Planos coletivos

Para o Idec, não é recomendada a contratação de planos de saúde coletivos que sejam intermediados por associações ou sindicatos com os quais não há relação de confiança. O motivo: a dificuldade para negociação ágil sobre conflitos relacionados por exemplo a reajustes ou cancelamentos. Com informações do Portal Brasil.

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe o nosso aplicativo gratuito.

Apple Store Download Google Play Download

Campo obrigatório