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Bolsonaro e Macri querem rever tarifa externa comum do Mercosul

A tarifa externa comum é uma alíquota do imposto de importação acertada entre os quatro sócios do bloco - Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai

Bolsonaro e Macri querem rever tarifa externa comum do Mercosul
Notícias ao Minuto Brasil

16:13 - 16/01/19 por Folhapress

Economia Reunião

O Ministério das Relações Exteriores brasileiro divulgou nesta quarta-feira (16) uma declaração conjunta do país com a Argentina na qual os dois governos prometem trabalhar para rever a tarifa externa comum do Mercosul. 

O comunicado é resultado do encontro entre os presidentes da Argentina, Mauricio Macri, e do Brasil, Jair Bolsonaro, também nesta quarta em Brasília.  

A tarifa externa comum é uma alíquota do imposto de importação acertada entre os quatro sócios do bloco - Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

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O conteúdo da nota indica que Bolsonaro e Macri pretendem flexibilizar essa regra.

No mesmo documento, o Itamaraty diz que Bolsonaro e Macri vão trabalhar juntos para "melhorar o acesso a mercados e avançar em facilitação de comércio e convergência regulatória".

Ainda sobre o Mercosul, os mandatários decidiram atuar para impulsionar as negociações "mais promissoras já em curso" do bloco com outros países, e "avaliar o início de novas negociações com novos parceiros".

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Assim, a declaração aponta uma uma linha semelhante a que o Itamaraty adotou sob Bolsonaro em relação aos acordos que o Mercosul tenta fechar com outros parceiros: fazer o possível para concluir conversas que já estão avançadas, como as que envolvem a União Europeia, mas no futuro atuar para que haja mais liberdade entre os membros para fechar acordos com terceiros.

Embora Bolsonaro e Macri - o argentino de forma mais enfática - tenham abordado a situação da Venezuela e criticado o regime do ditador Nicolás Maduro, não há qualquer menção no comunicado conjunto à crise venezuelana.

Também foi informado que Bolsonaro deve realizar uma visita oficial a Buenos Aires, em data que ainda será definida. Com informações da Folhapress.

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