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Salah participa do primeiro coletivo e pode entrar na estreia do Egito

Segundo informou a assessoria do time, Salah ainda passará por mais avaliações.

Salah participa do primeiro coletivo e pode entrar na estreia do Egito
Notícias ao Minuto Brasil

13:06 - 13/06/18 por Folhapress

Esporte recuperação

O meia-atacante Salah, estrela do Egito na Copa do Mundo da Rússia, participou nesta quarta-feira (13) do primeiro coletivo desde que sofreu uma lesão no ombro, há pouco mais de duas semanas.

Em Grozni, capital da Tchetchênia na qual a seleção egípcia está sediada, o jogador participou do jogo com seus companheiros. Ele já havia dito que estava bem a colegas, mas não participou do primeiro dia de treinos, no domingo (10), e fez exercícios separadamente nos dois dias seguintes.

Segundo informou a assessoria do time, Salah ainda passará por mais avaliações. O médico da equipe, Mohamed Abu el-Ela, acredita que o jogador poderá ser utilizado na estreia do Egito contra o Uruguai, na sexta (15). O mais provável é que ele jogue apenas um tempo da partida, caso entre mesmo.

É o jogo mais difícil do grupo da seleção, que tem também a Rússia e a Arábia Saudita, que se enfrentam na abertura da Copa nesta quinta.

Com Salah, que fez uma temporada batendo recordes de gols marcados na Premier League inglesa pela Liverpool, o Egito era dado como certo nas oitavas de final. Sem ele, a situação se complicaria bastante. Salah se machucou ao disputar a final da Liga dos Campeões da Europa contra o Real Madrid, quando o time espanhol derrotou o inglês por 3 a 1.

Enquanto isso, segue a polêmica sobre a presença do Egito na Tchetchênia. A Anistia Internacional condenou a aparição de Salah ao lado do autocrata que governa a república russa no sul do Cáucaso, Ramzan Kadirov. Ambos surgiram ao fim do primeiro treino do Egito em Grozni, que tinha uma arquibancada com 8.000 pessoas lotada de fãs esperando para ver o jogador. A foto dos dois juntos, disse a entidade promotora de direitos humanos, é uso do esporte para lavar a imagem do governante.

Fanático por futebol, Kadirov governa com mão de ferro e permissão do Kremlin de Vladimir Putin desde 2007. É acusado de perseguição política a adversários e de reprimir homossexuais com prisão e violência, o que o governo nega ocorrer apesar dos diversos relatos disponíveis.

Região de maioria muçulmana, a Tchetchênia está sob o comando do autocrata num período de maior estabilidade -duas guerras separatistas destroçaram a república e mataram entre 160 mil e 300 mil pessoas nos anos 1990, até que Putin conseguiu impor a vontade de Moscou com auxílio do pai de Kadirov, Akhmat.

O antigo presidente foi morto em atentado em 2004, e seu filho assumiu três anos depois, aos 31 anos. Com muita injeção de dinheiro do governo central e de países muçulmanos do Golfo Pérsico, com os quais estabeleceu relação, Kadirov conseguiu modernizar Grozni e os arredores. De seu lado, serve de interlocutor do Kremlin cristão ortodoxo com o mundo islâmico, e ajuda a reprimir elementos radicais que costumavam praticar atentados terroristas na Rússia. Com informações da Folhapress.

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