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Mulher já nasce lutando, diz Juliette sobre preconceito

O show da campeã do BBB 21 faz parte de sua primeira turnê, intitulada Caminho, que começou em março no Rio de Janeiro.

Mulher já nasce lutando, diz Juliette sobre preconceito

Tv Globo / Fábio Rocha

Notícias ao Minuto Brasil

17:23 - 14/05/22 por Folhapress

Fama Juliette

AMON BORGES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Juliette fez sua estreia em palcos paulistanos numa sexta-feira (13), no palco do Espaço Unimed (zona oeste), novo nome do Espaço das Américas. O show da campeã do BBB 21 faz parte de sua primeira turnê, intitulada Caminho, que começou em março no Rio de Janeiro.


A advogada, maquiadora, influencer e, claro, cantora apresentou ao público canções de seu primeiro EP, como "Diferença Mara", "Doce" e "Vixe que Gostoso", além de versões de outros artistas que ela diz admirar, como "Anunciação" e "Morena Tropicana", de Alceu Valença, "Estrela", de Gilberto Gil, "Cajuína", de Caetano Veloso, "Por Supuesto", de Marina Sena, e "Bixinho", de Duda Beat.


Em entrevista ao Lineup antes de subir ao palco, Juliette sobre o preconceito e os desafios na carreira de cantora. "Mulher já nasce lutando", afirma.


"Sendo nordestina e por estar numa carreira em que o público não me reconhecia, muitas pessoas ficam com o nariz torcido, mas depois do show voltam atrás", diz a artista de Campina Grande (PB).


"Eu acho natural, a vida é assim, a gente sempre estranha o que é novo e tem medo, mas depois a gente aceita e fica feliz", diz.
Na letra de seu single "Bença", ela fez um verso "E o preconceito eu só engulo com farinha". "Eu cheguei aonde cheguei porque não esqueço minhas raízes", ressalta.
Para a paraibana, o maior desafio desta jornada com o microfone é "aprender executando". "Estou trocando o pneu do carro andando", brinca.


No palco, Juliette ficou por quase duas horas com um cenário bem colorido, banda, dançarinos e projeções em telões, que em alguns momentos mostraram artistas admirados por ela: Luiz Gonzaga, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico César, Elba Ramalho e Alok, entre eles.


​Ao cantar "De Quem É a Culpa", para homenagear Marília Mendonça, morta em acidente de avião em novembro de 2021, os olhos da sertaneja foram projetados no telão "observando" a performance de Juliette.


Os cactos, como são chamados os fãs e seguidores da artista, acompanham na voz, a plenos pulmões, Juliette em suas canções próprias, alternando com gritos ao longo da noite de "Juliette, eu te amo", "Juliette, gostosa" e "Fora, Bolsonaro".


A plateia contou com diversos famosos. Carlinhos Maia, Fernanda Paes Leme e alguns ex-BBBs como Tiago Abravanel, João Pedrosa, o casal Gustavo e Laís e os amigos Viny e Eliezer.


Juliette é apoiada por Anitta e sua equipe nesta trajetória, mas sobre uma parceria musical entre as duas não dá muitas pistas. "Agora a gente está focada cada um em seu projeto. Ela está ocupada sendo a número um do mundo e eu estou ocupada na minha primeira nos palcos", afirma. "Mas óbvio que o desejo é recíproco."


A paraibana diz que vai seguir na carreira musical e já tem novos singles no repertório também. "Cansar de Dançar", que fechou a noite em São Paulo, e "Solar", ainda sem data divulgada para o lançamento. "Eu estou seguindo o meu caminho e indo para o que me faz feliz. E na música eu sinto isso."

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