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Traficante internacional é preso em condomínio

Segundo as investigações, ele fazia parte de uma organização criminosa que usa o Porto de Santos para enviar drogas à Europa.

Traficante internacional é preso em condomínio
Notícias ao Minuto Brasil

16:00 - 15/09/19 por Notícias Ao Minuto Brasil

Justiça Prisão

O traficante André de Oliveira Macedo, conhecido como André do Rap, foi preso na manhã deste domingo (15), em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio, pela equipe da Delegacia Antissequestro de São Paulo. Ele era procurado pela Interpol e apontado como um dos chefes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

O traficante foi encontrado em um condomínio de luxo no bairro Itanema, que fica às margens da BR-101 (Rodovia Rio-Santos). Na residência, foram apreendidos um helicóptero e uma lancha, avaliada em R$ 15 milhões.

Segundo as investigações, André do Rap era um dos responsáveis por enviar cocaína para a Europa, passando pelo Porto de Santos. Ele usava o Porto de Santos, no litoral paulista, para fazer o transporte das drogas. Os entorpecentes saíam de Santos, eram recebidos na Calábria, na Itália, e distribuídos para todo o continente europeu.

O preso era dono de um sitio investigado pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) em Bertioga. Segundo o Deic, ele substituiu Wagner Ferreira, o “Cabelo Duro” assassinado na porta de um hotel no bairro do Tatuapé, zona leste, logo depois das mortes de Gegê do Mangue e do Paca, no Ceará.

Outras três pessoas, com mandados de prisão em aberto por envolvimento com o tráfico, também foram encontradas no condomínio e presas.

A investigação

André do Rap era procurado por tráfico internacional desde 2013. Segundo a Polícia Federal, ele faz parte de uma quadrilha que usava contêineres para transportar cocaína pura do Porto de Santos para a Europa, África e Cuba. Ainda de acordo com a PF, a droga era colocada em mochilas e sacolas, que eram inseridas nos contêineres por funcionários particulares, sem o conhecimento dos donos das cargas ou dos navios.

A droga seguia junto com um lacre clonado. No local de destino, membros da organização criminosa rompiam os lacres, recuperavam a cocaína e colocavam os lacres clonados, para não gerar suspeitas.Com informações G1 

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