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Motorista de Uber é preso por ser cúmplice em morte de atleta de hóquei

Arma utilizada para matar Matheus Garcia Vasconcelos ficou com o motorista, além do moletom utilizado por Jarbas Colferai Neto, o executor

Motorista de Uber é preso por ser cúmplice em morte de atleta de hóquei
Notícias ao Minuto Brasil

13:14 - 23/09/17 por Folhapress

Justiça Crime Passional

O motorista da Uber, aplicativo que transportou o policial militar Jarbas Colferai Neto, que executou o jogador da seleção brasileira de hóquei Matheus Garcia Vasconcelos, foi preso preventivamente. Ele deverá ficar detido por, no mínimo, 30 dias.

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A Justiça pediu a prisão temporária, porque o motorista pode ter participação no crime. Segundo investigação da polícia, o profissional do aplicativo de transporte oculta informações sobre o assassinato.

As autoridades ainda afirmam que a arma utilizada para matar Matheus Garcia Vasconcelos ficou com o motorista, além do moletom utilizado por Jarbas Colferai Neto, o executor.

Crime

O crime se deu por conta da suspeita de Colferai Neto de que sua mulher, com quem tem um filho de três anos, mantinha um caso amoroso com Matheus Garcia. "Ele confessou o crime, deu detalhes e alegou uma motivação passional. A alegação dele é que a vítima perseguia a companheira dele", disse o delegado Carlos Schneider.

A Polícia Civil informou que Colferai Neto utilizou um perfil falso no Facebook para se passar por sua mulher e atraiu a vítima até o local do crime.

Ao encontrar Matheus no local do crime, Jarbas estava armado com um revólver calibre 32 e exigiu a entrega do celular. Na sequência, o criminoso ordenou que o jovem virasse de costas para a parede de uma casa e o executou. O assassino foi encaminhado para o presídio Romão Gomes, em São Paulo.

Matheus, que era amigo de infância da mulher de Jarbas, tinha 24 anos e fez parte da seleção brasileira que participou do Mundial de Hóquei de Patins na França, em 2015. Ele defendia o Internacional de Regatas, clube de Santos.

Matheus conciliava o esporte com a carreira de modelo e era descrito como querido, animado e brincalhão. Ele cursava o último ano de Publicidade, na Universidade Santa Cecília, em Santos, e preparava o TCC.

No início do dia, um suspeito chegou a ser detido pela polícia para averiguação, mas liberado logo na sequência. A mulher de Colferai Neto também compareceu à delegacia, assim como a mãe do PM -que passou mal e precisou ser atendida pelo Samu. Com informações da Folhapress.

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