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Justiça Federal autoriza exame psiquiátrico em agressor de Bolsonaro

Oliveira está preso em presídio federal em Campo Grande (MS)

Justiça Federal autoriza exame psiquiátrico em agressor de Bolsonaro
Notícias ao Minuto Brasil

18:01 - 19/09/18 por Folhapress

Justiça facada

A Justiça Federal de Minas Gerais autorizou, nesta terça-feira (18), o exame de um psiquiatra particular em Adelio Bispo de Oliveira, 40, que feriu o candidato Jair Bolsonaro (PSL) com uma faca no último dia 6, em Juiz de Fora (MG). Oliveira está preso em presídio federal em Campo Grande (MS).

Segundo o juiz federal Bruno Souza Savino, da 3ª Vara Federal de Juiz de Fora, o exame psiquiátrico vai subsidiar sua decisão sobre autorizar ou não a instauração de um incidente de insanidade, pedido pela defesa.

Em seu pedido, os advogados requereram que a Justiça instaurasse o incidente de insanidade, suspendendo o processo por 45 dias e admitindo um médico psiquiatra indicado pela defesa como assistente técnico.

O Ministério Público Federal não concordou com o pedido, e o juiz o negou, afirmando que não havia "nenhum documento que apontasse o efetivo comprometimento da capacidade do investigado em entender o ilícito". Para o magistrado, os elementos até aquele momento comprovavam higidez mental.

O juiz, no entanto, deu a opção aos advogados de contratarem um médico particular para examinar Oliveira e, com base no exame, solicitar novamente o incidente -o que será feito a partir da decisão desta segunda.

O advogado de Oliveira, Zanone Oliveira Jr., afirmou que visitará o cliente em Campo Grande ainda nesta semana e levará o médico psiquiatra.

Na segunda-feira (17), investigadores da Polícia Federal tomaram novo depoimento do agressor. A PF analisa dados de Oliveira para descobrir se ele agiu sozinho.

ENTREVISTA

A defesa de Oliveira também comunicou à Justiça Federal que há interesse de um programa de televisão em entrevistar o agressor, afirmando ainda que não se opõe a isso.

O juiz Savino afirmou que, se as partes interessadas não se opõem, não há motivo para que ele impeça o contato do investigado com a imprensa.

O magistrado decidiu, porém, que a autorização depende da direção do presídio federal de Campo Grande e do Juízo Federal Corregedor da penitenciária, já que a realização da entrevista afeta a rotina e a segurança da unidade prisional. Com informações da Folhapress.

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