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Varíola dos macacos: O que se sabe até agora sobre esta doença viral rara

Afinal, que doença é esta que está se espalhando pela Europa? De onde vem? Tem cura? Veja oito perguntas e respostas sobre o vírus Monkeypox

Varíola dos macacos: O que se sabe até agora sobre esta doença viral rara
Notícias ao Minuto Brasil

06:05 - 19/05/22 por Notícias ao Minuto Brasil

Lifestyle Monkeypox

Casos de infeção pelo vírus Monkeypox, a varíola dos macacos, estão se espalhando pela Europa. Mas que vírus  é este? É grave?

Para que não fiquem dúvidas, o Lifestyle ao Minuto preparou oito perguntas e respostas sobre a doença. Veja abaixo:

1- O que é o Monkeypox?

A varíola dos macacos é uma doença viral rara provocada pelo vírus Monkeypox, do tipo Ortopoxvírus, tal como o vírus da varíola comum ou aquele que causa a varíola das vacas. É uma doença zoonótica, ou seja, é transmitida de animais para humanos, como a Covid-19. 

2- Quando surgiu?

O Monkeypox foi identificado, pela primeira vez, em 1958, de acordo com dados do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. Os primeiros dois surtos surgiram em macacos usados para investigação, daí o nome. Mais tarde, em 1970, foi identificado o primeiro caso humano da doença na República Democrática do Congo. Desde então, foram surgindo casos na África Central e Ocidental e, com menor expressão, na América do Norte, Europa e Ásia.

3- É contagiosa?

Sim. A doença é transmissível através de contato com animais, como macacos e roedores (incluindo aqueles que são mantidos como animais de estimação) e que podem ser portadores de Monkeypox. É também transmitida através de contato próximo com pessoas infectadas ou com materiais contaminados, como roupa. Contudo, habitualmente, não se dissemina facilmente entre os seres humanos.

4- Quais os sintomas a que devo estar atento?

Os indivíduos que apresentem lesões ulcerativas, erupção cutânea, gânglios palpáveis, eventualmente acompanhados de febre, arrepios, dores de cabeça, dores musculares e cansaço, devem procurar aconselhamento clínico. A doença pode evoluir para broncopneumonia, sépsis ou encefalite, ou à infecção da córnea que pode conduzir à perda de visão. Com menos frequência, pode até levar à morte. A Organização Mundial de Saúde refere que o período de incubação do vírus é geralmente de seis a 13 dias. Porém, os sintomas podem manifestar-se até 21 dias depois da infeção pelo vírus.

5- Perante sintomas suspeitos, o que devo fazer?

Deverá abster-se de contatos físicos diretos. 

6- É grave?

A taxa de mortalidade varia entre 0 e 11%. As crianças alvo de exposição prolongada ao vírus são as principais vítimas mortais do vírus.

7- Tem cura?

Não há nenhum antiviral direcionado ao vírus. A abordagem clínica não requer tratamento específico, sendo a doença habitualmente autolimitada em semanas. Por norma, a infecção passa por si, sem necessitar de qualquer intervenção médica, no espaço de 14 a 21 dias. 

8- Há motivo para alarme?

Não. O importante é procurar um atendimento médico e seguir as instruções do profissional, referente ao cuidado em casa.

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