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Secretário do Vaticano vai participar de assinatura de acordo com Farc

Papa Francisco teve um papel significativo nas negociações

Secretário do Vaticano vai participar
de assinatura de acordo com Farc
Notícias ao Minuto Brasil

14:14 - 19/09/16 por Notícias Ao Minuto

Mundo Parolin

O secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin, será enviado a Cartagena das Índias no próximo dia 26 para acompanhar a assinatura do histórico acordo de paz entre o governo colombiano e os guerrilheiros das Farc.   

A informação foi divulgada pelo porta-voz do Vaticano, Greg Burke. Ele ainda explicou que Parolin seguirá para a Colômbia diretamente após sua participação na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), que acontece nesta semana em Nova York, nos Estados Unidos. O papa Francisco celebrou recentemente o histórico acordo de paz entre Bogotá e os guerrilheiros, que coloca fim a mais de 50 anos de conflitos armados na Colômbia, alcançado em agosto.

O líder católico, que deve visitar o país em 2017, teve um "papel significativo" no acordo. No ano passado, o presidente Juan Manuel Santos viajou ao Vaticano e confirmou ter conversado com o Papa sobre os diálogos. O mandatário também expressou na ocasião o seu desejo de que Francisco entrasse nas conversas para dar um "respaldo" as negociações. Farc - O grupo guerrilheiro está reunido em uma zona de selva no sul do país, Llanos del Yarí, em San Vicente del Caguan, para debater o futuro da organização.

As Farc têm planos de se lançar como partido político a partir do próximo ano e questões como sua transição política estão na pauta do encontro. Histórico - Em 25 de agosto as autoridades de Bogotá e os guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) concluíram as negociações de paz, após mais de três anos de negociações em Havana, Cuba. Um plebiscito para a aprovação do documento foi convocado pelo Congresso para o dia 2 de outubro.    Desde que as Farc foram criadas, no começo dos anos 1960, estima-se que o conflito com Bogotá tenha deixado mais de 220 mil mortos, quase 50 mil desaparecidos e 6,6 milhões de deslocados. (ANSA)

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