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Chuvas torrenciais matam ao menos 96 na Índia e no Nepal

Condenada no 'Vatileaks 2',Francesca Chaouqui está ilhada

Chuvas torrenciais matam ao menos 96 na Índia e no Nepal
Notícias ao Minuto Brasil

05:06 - 14/08/17 por Notícias Ao Minuto

Mundo inundações

Os deslizamentos de terra e as inundações decorrentes das chuvas torrenciais no Himalaya deixaram pelo menos 96 mortos no Nepal e na Índia desde o último dia 11 de agosto, anunciaram as autoridades locais neste domingo (13).   

Segundo dados divulgados pelo governo nepalês, o número de mortos deve aumentar diante da grande quantidade de pessoas que ainda estão desaparecidas.

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"Outras 17 pessoas estão desaparecidas. Os trabalhos de busca e resgate continuam em curso, mas o nível de água ainda não baixou", declarou o chefe do Centro Nacional de Emergências do Nepal, Shankar Hari Acharya.   

No Nepal, ao menos 49 pessoas morreram, enquanto que milhares foram evacuados. Em Chitwan, um dos destinos turísticos mais frequentados do país, 110 hotéis foram inundados e pelo menos 600 turistas foram deslocados para os andares mais altos.   

Entre os hóspedes "presos" há ao menos 13 italianos, inclusive a consultora ítalo-marroquina Francesca Immacolata Chaouqui, que foi condenada no processo de vazamento de documentos da Santa Sé, o "Vatileaks 2".

O Ministério das Relações Exteriores do país europeu está em contato com o consulado da Itália no Nepal para acompanhar o caso. Em sua página nas redes sociais, Chaouqui fez um apelo de socorro.

"Estamos vivos. Há 20 crianças, nós não vamos embora sem que eles estejam resgatados", escreveu.

Além disso, enviou mensagens para o ex-primeiro-ministro Matteo Renzi e para o ministro da Farnesina, Angelino Alfano, para obter ajuda.   

Na vizinha Índia, pelo menos 17 pessoas morreram, e dezenas continuam desaparecidas, após um deslizamento de terra que arrastou dois ônibus para um precipício O governo convocou uma reunião de emergência para examinar a situação e possivelmente declarar estado de calamidade nas áreas afetadas. (ANSA)

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