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Reunião do G20 em Buenos Aires será alvo de protestos

A reunião terá a presença de Christine Lagarde, diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Reunião do G20 em Buenos Aires será alvo de protestos
Notícias ao Minuto Brasil

06:00 - 19/07/18 por Ansa

Mundo Buenos Aires

O G20 das Finanças, cúpula dos ministros da Fazenda de 20 das economias mais desenvolvidas do mundo, se reúne neste fim de semana em Buenos Aires, na Argentina, sob expectativa de protestos.

A reunião terá a presença de Christine Lagarde, diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), o que faz com que sejam esperadas manifestações contra o resgate pedido pelo governo do presidente Mauricio Macri, que teve de recorrer ao FMI para conter a crise cambial no país.

Itália em risco

No documento preparatório da cúpula, o FMI aponta risco à economia italiana caso algumas medidas de longo prazo não sejam adotadas. No relatório, a entidade diz que "estímulos orçamentários pró-cíclicos devem ser evitados nos países em que as contas públicas estão em uma trajetória insustentável, em economias cujo o déficit é excessivo (Estados Unidos) e em países cuja a posição é vulnerável à perda de confiança no mercado (Itália)".

A entidade também destaca que "o desequilíbrio nas finanças e a incerteza quanto ao futuro político podem desacelerar o crescimento do país", que, segundo o FMI, precisa fazer reformas que aumentem a concorrência no comércio.

O documento também propõe a redução da fragmentação dos programas sociais italianos, a descentralização da contratações públicas e a ampliação dos programas de proteção social do país. A estabilidade econômica da zona do euro, segundo o FMI, está ameaçada caso não seja resolvido o problema dos "non-performing loans" (empréstimos atrasados).

O novo governo italiano, que tomou posse em 1º de junho, levanta temores no mercado porque seu programa prevê generosas desonerações tributárias e aumento dos gastos sociais, em um país que tem a segunda maior dívida pública dentro da zona de euro, pouco superior a 130% do PIB. (ANSA)

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