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Governo britânico corre para alcançar acordo para Brexit

"Vamos trabalhar arduamente nas próximas semanas e meses para alcançar [um acordo]", disse o ministro das Finanças, Philip Hammond

Governo britânico corre para alcançar acordo para Brexit
Notícias ao Minuto Brasil

12:55 - 11/09/18 por Lusa

Mundo Reino Unido

O governo britânico está "trabalhando contra o relógio" para alcançar um acordo para o 'Brexit', admitiu nesta terça-feira (11) o ministro das Finanças, Philip Hammond, que anunciou a extensão do contrato do governador do Banco da Inglaterra, Mark Carney.

Hammond admitiu, durante uma sessão de perguntas dos deputados, que o tempo está se esgotando e também afirmou que "Vamos trabalhar arduamente nas próximas semanas e meses para alcançar [um acordo]".

Entretanto, Hammond confirmou que o contrato do governador do Banco da Inglaterra, Mark Carney, será prolongado por sete meses, até o final de janeiro de 2020, justificando que o início do verão de 2019 no hemisfério norte (inverno no Brasil) "pode ser um período turbulento" para a economia britânica.

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Recentemente, Carney disse que estava "disposto a fazer o que pudesse para garantir um 'Brexit' bem-sucedido e uma transição eficiente no Banco da Inglaterra".

O governo britânico está sob pressão para concluir um acordo a tempo da saída da União Europeia, a 29 de março, mas tem enfrentado não só oposição de Bruxelas às suas propostas, mas também de muitos deputados do próprio partido da primeira-ministra, Theresa May.

O impasse tem levantado dúvidas sobre a possibilidade de ser alcançado um acordo até o final do mês de outubro, considerado o prazo para conseguir legislar o seu conteúdo, mas o negociador-chefe dos 27, Michel Barnier, afirmou na segunda-feira que o acordo pode ser alcançado nas próximas seis a oito semanas.

May defende a proposta feita num livro branco intitulado "A futura relação entre o Reino Unido e a União Europeia", também apelidado de 'Chequers', em que sugere uma área de comércio livre de bens que garanta a continuação de trocas comerciais sem atrito nas fronteiras britânicas e do resto da Europa.

Mas para muitos deputados conservadores eurocéticos, incluindo o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, Boris Johnson, este modelo é inaceitável porque iria dificultar a negociação de acordos comerciais com países fora da UE. Com informações da Lusa. 

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