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Suspeitos de ataque que matou 21 em hotel no Quênia são processados

Atentado terrorista em complexo de Nairóbi deixou 21 mortos

Suspeitos de ataque que matou 21 em hotel no Quênia são processados

Cinco suspeitos do ataque terrorista ocorrido no Quênia na última terça-feira (15) contra um complexo hoteleiro, o qual deixou 21 mortos, compareceram hoje (18) a um Tribunal Superior de Nairóbi para participar de uma audiência.

De acordo com a emissora de televisão "Citizen TV", os supostos jihadistas foram processados e a juíza Martha Mutuku decretou a prisão de todos - quatro homens e uma mulher - por 30 dias até que todas as investigações sejam concluídas.

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Os envolvidos, identificados como Joel Nganga, Oliver Muthee, Gladys Kaari, Guleid Abdihakim e Osman Ibrahim, foram detidos na última quarta-feira (16) nos bairros de Eastleigh e Ruaraka, em Nairóbi, horas após o ataque.

O atentado teve como alvo o hotel DusitD2, um complexo de luxo que também abriga restaurantes, bares, escritórios e bancos.

Após a explosão de dois carros-bomba, os homens armados entraram no local e abriram fogo. O Ministério Público informou que os envolvidos são alvos de um inquérito "complexo e transnacional", que exige tempo e recursos suficientes para desmantelar a rede criminosa.

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O diretor de investigação criminal do Quênia, George Kinoti, afirmou que os presos estão sendo tratados como suspeitos importantes porque estão em contato próximo com outros terroristas.

O grupo ligado à al-Qaeda assumiu a autoria do ataque e afirmou ser em resposta à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.

Das 21 vítimas, 16 eram de origem queniana, uma britânica, três descendentes de africanos, que não tiveram a nacionalidade divulgada, e um americano sobrevivente do atentado terrorista em 11 de setembro de 2001, em Nova York. (ANSA)

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