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De 'caloteiro' a 'vagabundo', deputados batem-boca em audiência

Discussão acontece durante comissão da Reforma da Previdência, com a presença do ministro da Fazenda Henrique Meirelles

De 'caloteiro' a 'vagabundo', deputados batem-boca em audiência
Notícias ao Minuto Brasil

16:39 - 30/03/17 por Notícias Ao Minuto

Política Previdência

Em uma audiência pública na Câmara dos Deputados para a Reforma da Previdência, nesta quinta-feira (30), com a presença ilustre do ministro da Fazenda Henrique Meirelles, o relator e deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) e o deputado petista Arlindo Chinaglia (SP) bateram-boca e trocaram ofensas. Os xigamentos foram de "vagabundo" e "safado" a "empresário caloteiro", de acordo com o vídeo divulgado pelo UOL.

Os ânimos se alteraram quando o relator, ao defender a reforma da Previdência, afirmou que os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva acreditavam na necessidade da reforma, mas "não tiveram coragem de fazer por populismo".

Isto foi o suficiente para o deputado petista chamar o relator da Reforma de "empresário caloteiro", que, prontamente devolveu a ofensa, dizendo que Chinaglia é "vagabundo" e "safado". Em seguida, o deputado da oposição respondeu: "vagabundo é você, safado é você".

O petista completou: "Ele nos atacou publicamente sem ter autoridade política e muito menos moral. Se ele quer medir nossa história, eu não devo um centavo para a Previdência, como ele deve como empresário caloteiro".

Ao fim da discussão, Oliveira Maia disse que Chinaglia foi "injusto" pois a empresa dele, uma distribuidora de combustíveis, negociou uma dívida de R$ 151,9 mil em tributos previdenciários e está adimplente. "Não é justo que venha me chamar de caloteiro porque eu não sou. Tenho uma empresa que tem divida negociada com INSS", afirmou.

Por fim, o relator da Previdência se desculpou pelos xingamentos e disse que o petista atribuiu a ele palavras que não disse. "Se eu tiver dito, peço desculpas", justificou. Foi então que o presidente da comissão, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), encerrou a confusão: "Que reine a paz."

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