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Na Itália, Doria critica vaias que Alckmin recebeu em Aparecida

Tucano aproveitou para criticar seu antecessor, Fernando Haddad (PT) e os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff.

Na Itália, Doria critica vaias que Alckmin recebeu em Aparecida
Notícias ao Minuto Brasil

17:15 - 12/10/17 por Folhapress

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Em viagem à Itália, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), criticou as vaias que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) recebeu nas comemorações no santuário de Aparecida (SP), nesta quinta (12).

"Eu sinceramente não entendo que o ambiente de uma igreja, de uma catedral, seja um ambiente adequado para vaiar quem quer que seja. A meu ver, faltou ali um pouco de respeito com o governador Alckmin e com as demais autoridades. Tinha também dois ministros de Estado ali", completou.

As declarações foram feitas pouco antes de uma reunião de Doria com empresários de Milão, na Itália. O prefeito desembarcou na manhã desta quinta na cidade, onde cumpre uma intensa agenda.

Doria, que em abril esteve no Vaticano e convidou o papa Francisco para a festa de 300 anos da padroeira do Brasil, acabou faltando à comemoração.

"Eu realmente aproveitei uma audiência com o papa para reforçar o convite, que ele já havia negado anteriormente, para ir a Aparecida", explicou. "Houve uma coincidência de compromissos. Para mim, fica mais fácil viajar no feriado", justifica.

Em palestra a estudantes da Universidade Bocconi, feita em inglês, Doria defendeu o programa de privatizações em São Paulo, que apresentou como "o maior já feito em uma cidade brasileira".

O tucano aproveitou para criticar seu antecessor, Fernando Haddad (PT) e os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff.

BATTISTI

Em conversa com jornalistas após o evento, Doria também defendeu a extradição do italiano Cesare Battisti, que voltou a ser discutida pelo governo brasileiro.

"É muito claro: ele tem de ser extraditado. Tem de se cumprir a legislação", disse.

"Não me parece que a Itália trate assim tão mau os seus presos. Isso aqui é um país democrático, aqui se respeita a lei. A meu ver ele deve ser, sim, extraditado, e cumprir a sua pena. Como, aliás, já deveria ter sido feito", disse. (Folhapress)

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