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Skaf busca se distanciar da 'imagem péssima' do MDB e alfineta Doria

Candidato a governador em SP participou de sabatina nesta sexta-feira

Skaf busca se distanciar da 'imagem péssima' do MDB e alfineta Doria
Notícias ao Minuto Brasil

20:58 - 08/06/18 por Folhapress

Política sabatina

O pré-candidato do MDB ao governo paulista, Paulo Skaf, buscou se descolar do presidente Michel Temer, seu colega de partido, dizendo que o eleitor vota em pessoas, e não em legendas.

Presidente licenciado da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), ele participou nesta sexta-feira (8) de sabatina promovida pela Folha de S.Paulo, o UOL e o SBT.

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Skaf também fez referência a um de seus principais adversários, João Doria (PSDB), opondo-se ao discurso do ex-prefeito de que é um gestor. "Quem está na política tem que falar que é político", disse.

Temer e MDB

"Quem é candidato sou eu. Esse negócio de padrinhos, esse negócio de partidos, já não deu certo no Brasil. As pessoas votam para pessoas. Tenho a minha história, nunca tive padrinhos políticos. Se for eleito, eu que serei o governador."

"O governo Temer, com todo o desgaste que ele tem, a pouca popularidade, nós temos que reconhecer que promoveu algumas reformas importantes para o país. A imagem de todos os partidos, inclusive do MDB, é péssima."

Bolsonaro

"Não é fato [uma aliança com o presidenciável]. Nem conheço pessoalmente o candidato Bolsonaro. Ele fez um gesto e disse que é simpático à minha candidatura. Eu só tenho a agradecer."

"Henrique Meirelles [MDB] é o meu pré-candidato. É um homem preparado, correto, inteligente. Ele pode não ter aquele desempenho no discurso, em falar, mas o Brasil não está precisando disso. Está precisando é de trabalho."

Desistência

"Adversários a toda hora dizem isso. Não querem disputar comigo. A chance [de abandonar a campanha para governador] é zero. Sei bem o que quero. Se for para fazer da mesma forma [de outros], distribuindo favores, cargos, [não quero]. Quero fazer diferente."

Adversários

"Tenho uma boa relação [Márcio França, do PSB, e João Doria, do PSDB, são os principais]. Quem tem que fazer análise, julgamento, é o povo.

Se ele [Doria] tivesse cumprido [o compromisso assumido nas urnas], ele não estaria com 60% de rejeição na cidade de São Paulo."

"Quem está na política tem que falar que é político. Eu sou gestor? Sou. Na minha vida mostrei que sou gestor. Mas, na hora em que eu me filio a um partido político e sou candidato a governador, é lógico que eu sou um gestor político."

PSDB

"Com todo o respeito ao PSDB, mas já deu o que tinha que dar em São Paulo. Os problemas já estavam aí e continuam. Se alguém falar que a segurança pública está boa... Uma das questões importantes é a integração entre as polícias, combate à corrupção policial."

Cracolândia

"Tratamento [é a solução]. Mas para isso precisa ter clínica. Sou a favor [da internação compulsória] dependendo da situação do paciente."

Teto do funcionalismo

"Não sou favorável ao aumento do teto. Concordo que o policial ou o professor deva ganhar mais, mas você tem que ter responsabilidade com o orçamento do estado."

Nome em delação

"Eu nunca soube desse jantar [com Temer em que se teria discutido repasse ilícito de R$ 10 milhões da Odebrecht para a campanha de Skaf em 2014]. Não fui convidado."

"Já declarei e volto a afirmar que todas as doações feitas à minha campanha foram oficiais e declaradas. Minhas contas foram aprovadas pela Justiça Eleitoral sem ressalvas."

Propagandas na TV

"Quando assumi a Fiesp, havia um desconhecimento sobre Sesi/Senai. As pessoas não sabiam que eram entidades da indústria. As campanhas foram sempre dentro das regras."

Pato da Fiesp

"Foi uma campanha ["Chega de Pagar o Pato"] de muito sucesso. O pato atingiu seu objetivo. Foi representado por 1,2 milhão de pessoas em 2015. Sempre fui um guerreiro contra o aumento do imposto."

Caminhoneiros

"É válido o combate a impostos. O início do movimento foi legítimo, contra o abuso da Petrobras, contra os impostos elevados."

"Agora, tabelamento de preço [como se estabeleceu para os fretes após a paralisação] é coisa do século passado, o Brasil aprendeu que não dá certo. Eu sou a favor do mercado."

Com informações da Folhapress.

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