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Bruxelas pede provas a plataformas 'online' do combate à desinformação

A vice-presidente do executivo comunitário esteve reunida o âmbito de um encontro dos signatários de um código de conduta para o combate às 'fake news' na União Europeia.

Bruxelas pede provas a plataformas 'online' do combate à desinformação
Notícias ao Minuto Brasil

19:45 - 28/03/20 por Notícias Ao Minuto

Tech Covid-19

A vice-presidente da Comissão Europeia com a pasta dos Valores e Transparência, Vera Jourová, pediu hoje às maiores empresas da internet para apresentarem provas da efetividade do combate à desinformação na atual pandemia de covid-19."As plataformas digitais devem intensificar os esforços para aplicar plenamente as suas novas políticas, proporcionar um melhor acesso aos dados e apresentar mais provas de que as medidas que tomaram estão a resultar", disse a comissária europeia, numa nota publicada na rede social Twitter, sublinhando ainda que "é preciso fazer mais" nesta batalha.

Entre os destinatários da mensagem de Vera Jourová estão Facebook, Twitter e Google, entre outras 'gigantes' tecnológicas, com as quais a vice-presidente do executivo comunitário esteve reunida na sexta-feira, no âmbito de um encontro dos signatários de um código de conduta para o combate às 'fake news' na União Europeia.

"Agradeço as fortes medidas tomadas pelas plataformas signatárias para combater a desinformação e informações falsas", afirmou a comissária europeia, declarando ainda o seu apoio à "abordagem que se concentra em facilitar o acesso às fontes autorizadas e a eliminação sistemática de anúncios exploratórios ou enganosos".

Este foi já o segundo encontro no espaço de um mês de Vera Jourová com as principais plataformas 'online', depois de as partes se terem encontrado em Bruxelas, no passado dia 03, onde foi assinado um código de conduta.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de 600 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 28.000. Dos casos de infecção, pelo menos 129.100 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia.

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