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Copa e bitcoins são temas favoritos dos cibercriminosos

Assuntos globais em alta são usados como isca em crimes virtuais

Copa e bitcoins são temas favoritos dos cibercriminosos
Notícias ao Minuto Brasil

13:05 - 20/02/18 por Notícias Ao Minuto

Tech Levantamento

O relatório “Spam e phishing em 2017” da empresa de segurança digital Kaspersky Lab apontou que, nos últimos 12 meses, os cibercriminosos têm acompanhado os assuntos internacionais e usado temas em alta para enganar os usuários e roubar dinheiro ou informações pessoais.

Em 2017, enquanto o mundo se preparava intensivamente para a Copa, os remetentes de spam propagaram e-mails relacionados ao tema de forma constante. Assim, enviaram mensagens fraudulentas às vítimas, com logotipos oficiais do evento, incluindo informações dos organizadores e das marcas dos patrocinadores, que avisavam aos usuários sobre prêmios de sorteios e até prometendo ingressos gratuitos.

Um outro tema em alta nos spams e golpes de phishing em 2017 foi a criptomoeda, pois o preço do bitcoin aumentou drasticamente. Pesquisadores da Kaspersky Lab já tinham registrado um crescimento nos golpes com temas relacionados ao blockchain no terceiro trimestre de 2017.

Os cibercriminosos têm usado truques como sites disfarçados de bolsas de criptomoeda, serviços falsos oferecendo mineração na nuvem, ou seja, o uso de data centers especializados para locação. Mas, em todos os casos, os usuários se tornaram vítimas e perderam dinheiro, em vez de ganhar.

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Em esquemas de fraude mais tradicionais, como prêmios falsos de loterias, os criminosos também começaram a usar os bitcoins como isca. E, além dos bancos de dados de endereços visados anunciados por meio de spam, também foram oferecidos para compra bancos de dados com e-mails de usuários de criptomoedas, prometendo ótimas oportunidades.

Além disso, os cibercriminosos distribuíram diversos tipos de malware em e-mails de spam disfarçados de utilitários para ganhar bitcoins ou instruções de negociação de criptomoedas. No entanto, devemos destacar que menos cryptolockers, cujos criadores exigiam o pagamento de um resgate em bitcoins, foram detectados em cartas de spam do que no ano anterior.

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