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Coreia do Sul experimenta impressão de comida em 3D

Além de permitir personalizar a comida, a capacidade de imprimir comida em 3D em casa ou em grande escala pode reduzir o desperdício alimentar

Coreia do Sul experimenta impressão de comida em 3D
Notícias ao Minuto Brasil

18:27 - 24/04/18 por Lusa

Tech Protótipo

Pó que se transforma em comida em uma impressora de três dimensões é uma proposta futurista que está a dar os primeiros passos em um laboratório sul-coreano. É lá onde se encara a tecnologia como um caminho para alimentação verdadeiramente personalizada..

A ideia vai ser apresentada em San Diego, nos Estados Unidos da América, onde a investigadora Jin-Kyu Rhee, da universidade feminina de Ewha, descreverá a "plataforma que usa impressão a três dimensões para criar microestruturas que permitem personalizar a textura da comida e a sua capacidade de ser absorvida pelo corpo".

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"Pensamos que, um dia, as pessoas possam ter cartuchos com a versão em pó de vários ingredientes que podem ser combinados em uma impressora 3D e cozinhados de acordo com as necessidades e preferências do utilizador", afirmou a investigadora, que estará no encontro internacional de biologia molecular da Sociedade Americana de Bioquímica e Biologia Molecular que termina nesta quarta-feira (25).

No estudo que será apresentado nesta terça-feira (24), os investigadores usaram um protótipo de impressora 3D para criar as microestruturas que reproduzem as propriedades físicas e a textura observada em amostras de alimentos reais. Com a plataforma, conseguiram transformar carboidratos e proteínas em pó em comida, controlando a textura e a maneira como pode ser absorvida pelo organismo.

"Estamos na fase inicial, mas cremos que a nossa investigação fará avançar a impressão 3D para o próximo nível", afirmou Rhee.

Além de permitir personalizar a comida, a capacidade de imprimir comida em 3D em casa ou em grande escala pode reduzir o desperdício de alimentos e os custos com armazenamento e transporte, além de poder satisfazer as necessidades alimentares de uma população mundial que cresce constantemente, defendem os especialistas. Com informações da Lusa.

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