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Startups ajudam viajantes que perderam voo a conseguir indenizações

Valores podem chegar a R$ 12 mil

Startups ajudam viajantes que perderam voo a conseguir indenizações
Notícias ao Minuto Brasil

05:25 - 31/07/18 por Notícias Ao Minuto

Tech Estresse

Ter o voo cancelado ou atrasado pode ser uma grande dor de cabeça, ainda mais se você acaba perdendo a conexão ou o compromisso, assim como ter a bagagem extraviada ou não poder embarcar porque a companhia simplesmente vendeu bilhetes a mais. Todos esses estresses são passíveis de indenização - e é isso o que muitas startups estão fazendo pelos passageiros.

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Segundo o site UOL, o processo é simples: basta narrar o impasse com detalhes no site e a startup vai analisar se o viajante vai poder ir à Justiça. A Indenizar, por exemplo, leva o caso adiante caso haja provas de abuso. Já a QuickBrasil e a NaoVoei identificam se a situação é passível de ir à Justiça enquanto o usuário preenche um cadastro.

"O grande benefício para o passageiro, além de ter um processo de atendimento mais ágil, é saber durante o preenchimento do formulário se o caso dele é passível ou não de compensação", diz Gabriel Motta, responsável pelo marketing da empresa NaoVoei.

Se o caso for aceito, os advogados são acionados. No histórico das empresas, as indenizações podem chegar a valores bem altos. "As indenizações dependem de muitos fatores, objetivos e subjetivos, do dano causado pelo atraso ou cancelamento. Mas varia de R$ 2 mil a R$ 12 mil", diz Bruno Camargos, diretor da Indenizar. Cada empresa tem uma maneira de cobrar pelo serviço.

No caso da Indenizar e da NaoVoei, a empresa cobra entre 20% a 30% do dinheiro recebido após a conclusão da ação; já a QuickBrasil funciona de forma diferente: caso seja identificado que o caso é passível de indenização, a empresa paga R$ 1 mil ao cliente e fica com o valor restante, caso o processo seja indenizado. "Caso consigamos um acordo com a companhia aérea em um valor acima do valor que indenizamos o cliente, daí vem o nosso lucro. Caso não consigamos, assumimos a situação como risco do nosso modelo de negócios", explica a startup.

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