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Venezuela acusa grupo de planejar golpe de Estado com apoio do Brasil

O chanceler venezuelano, Jorge Arreaza criticou o Grupo de Lima e chamou a proposta de 'humilhante subordinação' aos EUA.

Venezuela acusa grupo de planejar golpe de Estado com apoio do Brasil
Notícias ao Minuto Brasil

07:08 - 05/01/19 por Notícias Ao Minuto

Mundo Grupo de Lima

A Venezuela acusou nesta sexta-feira(4) o Grupo de Lima de incentivar um golpe de estado com o apoio dos Estados Unidos da América, afirma a agência France Presse. O governo venezuelano já recusou uma proposta do grupo que propunha que Maduro desistisse de assumir um novo mandato no dia 10 de janeiro e transferisse o poder ao Parlamento do país.

Em comunicado lido pelo chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, a Venezuela expressou "sua maior perplexidade ante a extravagante declaração de um grupo de países do continente americano, que após receber instruções do governo dos Estados Unidos através de uma videoconferência, acordaram incentivar um golpe de estado".

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Em seu perfil do Twitter, Arreaza criticou o Grupo de Lima e chamou a proposta de 'humilhante subordinação' aos EUA.

"O que temos afirmado desde a criação deste grupo de governos unidos contra a Venezuela, e que em teoria não pertence ao governo dos EUA: se reunem para receber ordens de Donald Trump por intermédio de Mike Pompeo. Que demonstração de subordinação humilhante!", escreveu.

Grupo de Lima

O Grupo de Lima, que inclui o Brasil e outros 12 países (Peru, Argentina, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá e Paraguai), anunciou nesta sexta-feira(4), na capital do Peru, que não reconhecerá o governo venezuelano se Nicolás Maduro assumir o poder no dia 10 de janeiro. O único país que se recusou a assinar a declaração foi o México.

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"Trouxemos para cá a proposta muito clara de acrescentar na declaração uma exortação ao Maduro para que ele não assuma o segundo mandato, que começaria em 10 de janeiro, porque, todo mundo conhece, este mandato não resulta de uma eleição legítima", disse o chanceler brasileiro Ernesto Araújo, que fez sua primeira viagem internacional no cargo.

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