Mais uma cidade registra morte de macacos com febre amarela em SP

O surgimento de casos da doença no interior paulista fez com que municípios antecipassem a vacinação em bebês

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Brasil vacinação 15:25 - 01/12/16 POR Notícias Ao Minuto

Mais uma cidade paulista registrou mortes de macacos com febre amarela, o que amplia o alerta sobre o risco de a doença se espalhar. Dois animais morreram vítimas da doença em Jaboticabal (a 342 km de São Paulo), o que fez a prefeitura criar um dia para vacinação em massa de moradores ainda não imunizados contra a doença.

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Antes, já houve registros de casos de febre amarela nas zonas rural e urbana em Ribeirão Preto e em cidades da região de São José do Rio Preto.

Por meio da sua assessoria, a coordenadora da Vigilância de Vetores e Zoonoses de Jaboticabal, Maura Guedes Barreto, disse que a febre amarela já era tema de discussões no município antes mesmo da descoberta dos macacos mortos, justamente devido à confirmação de casos em Ribeirão Preto -as cidades distam cerca de 60 quilômetros.

O dia 17 foi definido como a data para a vacinação em massa de quem ainda não está imunizado em Jaboticabal. Até lá, porém, os postos de saúde da cidade atenderão os pacientes de segunda a sexta-feira.

O surgimento de casos de febre amarela no interior de São Paulo fez com que municípios antecipassem a vacinação em bebês, além de desenvolverem ações para evitar o risco de proliferação da doença.

Na região de São José do Rio Preto foram confirmadas ao menos quatro mortes de macacos com a doença e um homem morreu vítima da forma silvestre da febre amarela.

Em Ribeirão Preto, um sagui com a doença morreu numa praça do centro da cidade e a prefeitura reforçou a vacinação, com postos móveis e abertos aos finais de semana, para tentar atrair as estimadas 100 mil pessoas que não estão imunizadas.

Apesar de o total de mortes já ser suficiente para gerar alerta em serviços de saúde, o número pode ser muito maior. Na região de Rio Preto, há outros quatro animais à espera do resultado de exames e o número de denúncias neste ano de encontro de corpos ou ossadas de macacos já passa de 40. Também há casos em análise em Ribeirão. Com informações da Folhapress.

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