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Transexual é morta em travessa da avenida Indianópolis, em SP

Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), policiais militares patrulhavam o bairro quando foram acionados para atender uma ocorrência de agressão na alameda dos Uapês

Transexual é morta em travessa da avenida Indianópolis, em SP
Notícias ao Minuto Brasil

05:34 - 25/10/21 por Folhapress

Justiça TRANSGÊNERO-LGBT

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma transexual foi encontrada morta nas imediações da avenida Indianópolis, no Planalto Paulista (zona sul de São Paulo).


A região é conhecida como um tradicional ponto de prostituição da noite paulistana, que reúne entre as profissionais do sexo mulheres, transsexuais e travestis.


Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), policiais militares patrulhavam o bairro quando foram acionados para atender uma ocorrência de agressão na alameda dos Uapês.


No local, encontraram a vítima no chão e com sangramento pelo corpo. Ao Agora, a PM afirmou ter sido acionada às 3h06, e, no local apontado encontraram uma pessoa ferida por arma branca. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado e constatou a morte no local. Ela não havia sido identificada até a conclusão deste texto.


Garotas de programa que atuam na região dizem que a transexual foi esfaqueada e jogada para fora de um carro. O caso foi registrado no 16° DP (Vila Clementino), mas será investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).
Ação judicial Descontentes com o movimento de prostituição na região, uma associação que representa moradores e comerciantes de condomínios entrou na Justiça em fevereiro deste ano para que a Prefeitura de São Paulo regulamente o trabalho de garotas de programas na capital paulista.


A principal intenção é frear uma possível desvalorização imobiliária em regiões como Planalto Paulista e Moema, ambas na zona sul, e Butantã, na zona oeste, além de amenizar incômodos a vizinhos de pontos de prostituição.


Na ação, a Acresce (Associação dos Condomínios Residenciais e Comerciais) pede para que, com a regulamentação da profissão, a prefeitura passe a fiscalizar o trabalho de garotas de programa.
Segundo informações do site do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), o processo já teve manifestação do Ministério Público Esadual e desde o dia 21 deste mês aguarda julgamento.

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