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Líder do governo defende Onyx e diz que articulação é dever de todos

Ao ser questionado sobre desejo de ser ministra, Joice Hasselmann (PSL-SP) respondeu: "Eu já sou a ministra da 'pacificação nacional'"

Líder do governo defende Onyx e diz que articulação é dever de todos
Notícias ao Minuto Brasil

07:18 - 02/04/19 por Notícias Ao Minuto

Política Entrevista

A líder do governo no Congresso Nacional, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), falou sobre as críticas sofridas pela atual gestão no que se refere à articulação política. Em entrevista à GloboNews, ela defendeu o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

"Se alguém falar para mim assim: 'Você vai ter de fazer alguma coisa ao lado do ministro Onyx', [faço] o que ele quiser. Se for: 'Você vai ter de fazer alguma coisa que é o ministro Onyx que faz', eu não faço, a não ser que ele peça", enfatizou.

Para Joice, a responsabilidade da articulação política deve ser de todo o governo, e não apenas de um ministro. "Nós temos um governo inteiro para fazer articulação. Nós temos do presidente da República a todos os ministros, todos os generais e um núcleo de articulação que começou a funcionar agora. O ministro Onyx estava praticamente sozinho", declarou a líder.

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A deputada também foi questionada se gostaria de se tornar ministra do presidente Jair Bolsonaro. "Eu já sou. Sou a ministra da 'pacificação nacional'. É um cargo ótimo porque não tem verba, então ninguém vai pedir cargo, não tem nenhum DAS, nenhum CNE nem nada disso e tem muito trabalho", respondeu.

Ela também negou as especulações de que poderia ocupar o lugar de Onyx. "Não, de jeito nenhum. O ministro Onyx é um dos homens mais leais, se não o mais leal, ao presidente da República. Então, não dá para transferir para o ministro Onyx uma responsabilidade que não é dele. O ministro Onyx fez tudo que era possível. Quando o ministro Onyx foi para a Antártica, ele pediu pra mim 'Joice, despache do meu gabinete. Vem aqui, receba os coordenadores de bancada'. Eu não sentei na cadeira dele em respeito e não deixei ninguém sentar. Eu deixei a cadeira dele vazia e eu sentei do lado. Porque eu respeito o ministro e sempre vou respeitar, eu respeito quem é leal", concluiu.

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