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Fibra ótica entre Portugal e Brasil começa a tornar-se realidade

O total de recursos mobilizados para este projeto é na ordem dos 53 milhões de euros

Notícias ao Minuto Brasil

10:52 - 08/01/19 por Lusa

Tech 2020

A Comissão Europeia comemorou nesta terça-feira (8) o fato de o contrato para a construção do cabo de fibra ótica submarino que ligará Portugal e Brasil já estar em vigor, o que permitirá que a "nova rodovia digital" seja uma realidade em 2020.

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Numa declaração conjunta divulgada em Bruxelas, os comissários europeus Carlos Moedas (Investigação, Ciência e Inovação), Neven Mimica (Cooperação Internacional e Desenvolvimento) e Elzbieta Bienkowska (Mercado Interno, Industria, Empreendedorismo e PME) manifestam satisfação "por ver este cabo intercontinental tornar-se uma realidade".

"A América Latina e a Europa nunca estiveram tão bem conectadas. A nova rodovia de dados digitais vai apoiar a inovação com vista a melhores serviços de observação da Terra, será um passo em frente na criação de uma área de investigação comum UE-América Latina, e vai ajudar a colmatar o fosso digital entre América Latina e a Europa e dentro da região, com potencial para uma colaboração ainda maior nos anos que se seguem", declaram os comissários.

Em agosto do ano passado, um grupo de 11 redes de investigação e educação europeias e latino-americanas assinou o acordo para a construção do cabo de fibra ótica submarino "Ellalink" no Atlântico, que ligará Europa e América Latina através de Portugal e Brasil, designadamente Sines e Fortaleza, para estar operacional em 2020.

De acordo com o executivo comunitário, o total de recursos mobilizados para este projeto é na ordem dos 53 milhões de euros, contribuindo a Comissão Europeia com 26,5 milhões, através de fundos do programa científico da UE, o "Horizonte 2020", do programa "Copérnico" e do instrumento regional de Desenvolvimento e Cooperação, sendo os restantes assegurados pelos outros membros do consórcio, do Brasil, Chile, Colômbia, Equador, França, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal. Com informações da Lusa.

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