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'Não queria ser estatística', diz Luiza Brunet ao lembrar agressão

"Quando fui agredida, é complicado fazer uma denúncia de uma pessoa que você gosta, homem que você viveu durante quase cinco anos", desabafou

'Não queria ser estatística', diz Luiza Brunet ao lembrar agressão
Notícias ao Minuto Brasil

20:41 - 21/05/18 por Folhapress

Fama Violência

Dois anos após falar que sofria agressões de seu ex-marido, o empresário Lírio Parissoto, a modelo Luiza Brunet voltou a falar sobre o assunto em entrevista para o canal no YouTube da jornalista Leda Nagle. No papo, ela disse que nunca quis fazer parte das altas estatísticas de mulheres agredidas em nosso país.

"Quando fui agredida, é complicado fazer uma denúncia de uma pessoa que você gosta, homem que você viveu durante quase cinco anos. Mas eu não queria fazer parte da estatística. Era um assunto que eu estava a par, histórias que já ouvi, mas não senti com o coração, não aconteceu comigo", explicou.

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"Minha mãe era agredida quando era casada com meu pai quando jovem, mas naquela época não se falava sobre violência doméstica, era quase que a mulher fosse propriedade do homem. Eu não queria fazer parte da estatística e colocar um ponto final nessa história. E colocar isso para fora pois era meu dever como cidadã, como mulher."

De lá para cá, Luiza diz que ficou muito exposta e que está movendo processos judiciais contra quem a constrangeu virtualmente. "Poucas mulheres foram bastante agressivas e agrediram a minha moral e a dos meus filhos. Com essas, eu tenho um advogado, fiz um boletim de ocorrência e estou movendo um processo contra elas. Não estou briguenta, estou só correndo atrás dos direitos que todo cidadão tem", contou.

Questionada pela entrevistadora, Luiza afirmou acredita que falta união entre as mulheres para que o número de mulheres violentadas caia." As mulheres não se fortalecem entre elas. Existe uma grande quantidade de mulheres que poderiam mudar esse quadro de violência, todas as formas de violência. Se todas as mulheres se unissem e fizessem uma campanha, chancelando essas mulheres para que elas se sentirem seguras seria mais fácil a gente coibir esse tipo de violências. Mas tem quem tire sarro, que quer tirar proveito, não existe essa harmonia entre as mulheres como existe entre os homens", opinou. Com informações da Folhapress.

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