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Oito mulheres que transformaram a fama em ativismo

Estrelas aproveitaram a notoriedade para ajudar causas sociais

Oito mulheres que transformaram a fama em ativismo
Notícias ao Minuto Brasil

06:38 - 13/03/18 por ANSA

Lifestyle inspiração

Famosas, carismáticas e filantropas: algumas mulheres de Hollywood usaram sua notoriedade para combater batalhas além do sucesso.

Por isso, hoje podem ser consideradas modelos de inspiração. Para fazer a diferença na vida de alguém, não é necessário ser conhecido no mundo todo, mas é preciso ter persistência e altruísmo, características que essas oito mulheres já demonstraram possuir:

Angelina Jolie:

A ganhadora do Oscar tem, dentre tantas ações de notoriedade, a função de embaixadora do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).

Além disso, viajou para diversas zonas de guerra - como Darfur, Síria e Afeganistão - para levar ajuda, suprimentos e alimentos.

Jolie também foi a primeira pessoa escolhida pelo secretário-geral da ONU como "enviada especial", cuja função é atuar como representante da entidade em crises.

Amal Alamuddin:

A esposa de George Clooney obteve sucesso com sua luta pelos direitos humanos. Dentre elas, Alamuddin trabalha pelo reconhecimento do genocídio armênio desde 2015.

Ela também é presidente da "Clooney Foundation for Justice", instituição cujo objetivo é disseminar a justiça em tribunais, comunidades e salas de aula ao redor do mundo.

Alamuddin também é parceira da "Aurora Humanitarian", criada com o intuito de mandar mulheres libanesas para estudar na United World College Dilijan.

Emma Watson:

A intérprete de Hermione na saga "Harry Potter" começou a obter fama quando ainda era criança. No entanto, conseguiu reverter seu sucesso para as causas sociais.

Watson é "embaixadora da boa vontade" da ONU Mulheres, lutando principalmente pela igualdade de gênero.

A atriz também colaborou com a "People Tree" - marca de comércio justo - como modelo para uma coleção de roupas ecológicas. O objetivo era arrecadar fundos para famílias de países emergentes que visam sair da situação de pobreza.

Rose McGowan:

Norte-americana nascida na Itália, McGowan é símbolo da revolução hollywoodiana contra abusos sexuais. Em janeiro deste ano, McGowan publicou o livro "Brave", em que relata os crimes cometidos pelo produtor Harvey Weinstein.

Além disso, é ativista dos direitos LGBT, tendo participado da campanha contra a "Proposição 8" - que tentava vetar o casamento entre pessoas de mesmo sexo na Califórnia, Estados Unidos.

Na última quinta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, a atriz participou da marcha feminista convocada pela italiana Asia Argento em Roma.

Shailene Woodley:

A atriz norte-americana, que atuou em "A Culpa é das Estrelas" e "Divergente", iniciou seu ativismo em 2016.

Naquele ano, Woodley apoiou a causa dos índios sioux contra a empresa Energy Transfer Partners - que desejava construir um oleoduto em território indígena.

No entanto, em outubro do mesmo ano, a atriz foi presa por participar de um protesto contra a construção de uma tubulação que poderia contaminar o rio Missouri.

Reese Witherspoon:

Conhecida pela atuação em "Legalmente Loira" e "Água para Elefantes", Witherspoon também contribuiu para causas sociais.

A atriz criou uma produtora que transforma histórias de mulheres em conteúdo audiovisual. Foi a partir da "Pacific Standard" que os filmes "Garota Exemplar" e "Livre" foram feitos, além da série "Big Little Lies", cuja segunda temporada possui Meryl Streep como protagonista.

Jennifer Lawrence:

Com atuações em "X-Men" e "Jogos Vorazes", Lawrence optou por se afastar dos sets de filmagem por um ano para trabalhar com uma organização anticorrupção.

Em 2015, a atriz também questionou a igualdade de gênero através de um artigo em que expressava seu descontentamento por receber um salário inferior ao de seus colegas homens.

Meghan Markle:

A noiva do príncipe Harry e intérprete da personagem Rachel Zane na série "Suits" também é conhecida pelos seus projetos humanitários.

Quando tinha 11 anos, a atriz escreveu uma carta contra uma propaganda de detergente sexista. No texto, Markle defendia a igualdade de gênero.

Em 2016, ela tornou-se embaixadora global da "World Vision Canada", instituição que atua com crianças carentes. Além disso, trabalha para a ONU Mulheres. Com informações da ANSA.

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