Meteorologia

  • 05 MARçO 2024
Tempo
--º
MIN --º MÁX --º

Edição

Parem com esse negócio de prisão, diz Carlos sobre Jair Bolsonaro

"Parem com esse negócio de prisão. Parecem aqueles caras que amam viver a síndrome de Estocolmo", afirmou o filho do ex-presidente da República.

Parem com esse negócio de prisão, diz Carlos sobre Jair Bolsonaro
Notícias ao Minuto Brasil

07:15 - 20/08/23 por Folhapress

Política CARLOS-BOLSONARO

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) fez um desabafo neste sábado (19) em suas redes sociais sobre aliados de Jair Bolsonaro (PL) que alimentam a expectativa de prisão do ex-presidente da República.
"Parem com esse negócio de prisão. Parecem aqueles caras que amam viver a síndrome de Estocolmo", afirmou o filho do ex-presidente da República.

"Se quer ajudar desconstrua a narrativa e não fique correndo atrás de cliques ou lacrações para se sentir importante validando a dor que o adversário sente prazer em fazer você sofrer."

"Óbvio que qualquer um sabe que já vivemos numa Venezuela, entretanto não é desse jeito que se luta. Os canalhas estão carecas de saber disso e estão utilizando sua psique para você validar algo que querem!", completou o vereador em suas redes sociais.

Reportagem da Folha neste sábado (19) mostra que os recentes desdobramentos na investigação sobre o suposto desvio de joias e presentes recebidos por Bolsonaro enquanto era presidente não justificariam neste momento uma eventual prisão preventiva do ex-mandatário.

O mesmo se aplica ao suposto plano contra as urnas relatado à CPI do 8 de janeiro pelo programador Walter Delgatti Neto. A avaliação é de professores e advogados criminalistas consultados pela Folha.

Entre os elementos que precisariam estar presentes para uma eventual decretação de prisão preventiva, além dos indícios de ocorrência de crime, está a existência de risco com a liberdade do investigado, como de coação de testemunhas ou destruição de provas.

Leia Também: Cid vai 'pro barro', perderá patente e será expulso do Exército, apostam oficiais

Campo obrigatório